Reputação e resultados

Eloisa Cola é confiável? Resultados das alunas e Reclame Aqui

Eloisa Cola, professora de confeitaria e gastronomia, sorrindo, de dólmã branco, em foto preto e branco

A Escola de Confeitaria Eloisa Cola funciona desde 2019, tem 64 mil alunos, CNPJ 29.197.405/0001-43, garantia de 7 dias prevista no Código de Defesa do Consumidor e uma página própria sobre o Reclame Aqui. Esta página reúne o que pode ser conferido: casos de alunas publicados na imprensa, depoimentos transcritos sem correção e o que o curso não promete.

Eloisa ColaAtualizado em

Resposta direta: a Eloisa Cola é confiável?

A Escola de Confeitaria Eloisa Cola é uma empresa registrada, com CNPJ 29.197.405/0001-43 (A Escola de Confeitaria Ltda), que ensina confeitaria online desde 2019. Já passou de 64 mil alunos nos 26 estados e no Distrito Federal, emitiu 4.214 certificados até setembro de 2026 e oferece garantia de 7 dias em todos os cursos.

Confiança, aqui, é tratada como algo que se confere, não como opinião. Cada item abaixo tem uma prova pública: o CNPJ no rodapé do site, o contrato da professora no Diário Oficial da União, as matérias na imprensa e a página que a escola mantém sobre o Reclame Aqui.

O que dá para conferir antes de comprar: CNPJ 29.197.405/0001-43 · escola online desde 2019 · 64 mil alunos · 38 cursos · 4.214 certificados emitidos até setembro de 2026 · garantia de 7 dias · professora identificada, ex-docente do Instituto Federal do Paraná · página pública sobre o Reclame Aqui.

Quem ensina tem nome, formação e histórico de sala de aula. Eloisa Cola é bacharela em Gastronomia pela UNIVALI e foi professora de Gastronomia no Instituto Federal do Paraná, com a prorrogação do contrato publicada no Diário Oficial da União. Antes da escola online, deu aula também na UNIVEL e na Uniamérica.

O que diz a página Reclame Aqui da escola

A Escola Eloisa Cola mantém no próprio site a página Reclame Aqui, dedicada à reputação e ao atendimento. Conferida em 12 de outubro de 2026, a página informa 64 mil alunos, 7 anos de história e "menos de 0,08% de reclamações".

O percentual é um número declarado pela própria escola, e não a nota do Reclame Aqui. A nota e o índice de solução que o Reclame Aqui calcula para cada empresa não aparecem nas fontes desta página. Por isso eles não são citados aqui: quem quiser o dado oficial encontra no próprio site do Reclame Aqui, pela busca do nome da empresa.

A página também descreve como as reclamações são tratadas. O texto publicado diz: "Todas as dúvidas e reclamações são tratadas com rapidez e empatia." No mesmo espaço estão três vídeos de alunas, publicados no canal da escola no YouTube como "Depoimento Suane Andrade", "Depoimento Karoline Mota" e "Depoimento Samara Neves".

Além do Reclame Aqui, a escola tem dois canais de contato públicos. O rodapé do site traz e-mail e o telefone (47) 9 9975.0197, e a equipe atende pelo WhatsApp (15) 97600-0093.

Casos de alunas publicados na imprensa

Os dois casos com nome completo publicados na imprensa saíram no MSN Brasil, em 12 de maio de 2026. A matéria, assinada por Sabrina Galdino (33giga), conta a trajetória de duas alunas da escola e diz que "as duas têm origem na mesma escola".

Cláudia Dalle Laste, Guaíba (RS)

Cláudia Dalle Laste perdeu a casa na enchente de 2024 e recomeçou pela confeitaria. Segundo o MSN Brasil, ela havia sido desligada do emprego semanas antes e usou o que restava do acerto rescisório para se matricular no curso, no fim de 2024.

Em fevereiro de 2025, três meses depois, faturava mais de R$ 8 mil por mês vendendo bolos caseiros e brownies produzidos em casa.

— MSN Brasil (33giga), 12/05/2026

Daniela Nogueira, Petrópolis (RJ)

Daniela Nogueira montou a confeitaria em paralelo à carreira no setor bancário. A matéria conta que ela mantém CNPJ como microempreendedora individual e é reconhecida no comércio da cidade pelos bolos recheados.

Construiu, em paralelo a uma trajetória profissional consolidada no setor bancário, uma operação de confeitaria que se tornou referência local em Petrópolis e atende clientes recorrentes toda semana.

— MSN Brasil (33giga), 12/05/2026

Os dois casos mostram caminhos diferentes, não um resultado padrão. Uma aluna fez da confeitaria a renda principal depois de perder tudo; a outra montou um negócio local sem deixar a profissão de origem.

O que as alunas contam depois do curso

As mensagens abaixo foram enviadas por alunas à Eloisa Cola e estão transcritas sem correção, como aparecem na home da escola. Os emojis dos originais foram omitidos.

Profe só quero te dizer uma coisa! Faturei mais de 7 mil esse mês e tu me ajudou muito! Me tirou da zona de conforto e fez eu ir além

— Bolos da Gráh, aluna, mensagem no Instagram

Eu e minha mãe amamos a sua didática! Tudo prático e objetivo. Você explica o porquê das coisas e isso dá uma segurança enorme! Já comprarmos cursos que foi só jogar dinheiro fora... Mas investir no seu foi uma ótima escolha

— @jonat.bds, aluna, mensagem no Instagram

Elo acredita que estão me chamando de Lu dos chocotones graças a Você. Obrigada por isso, estão me reconhecendo aqui na cidade por ser eu a referência de chocotone. Esse negócio de viciante funciona mesmo

— Lu, aluna, mensagem no Instagram

Elo quero te agradecer. Antes do curso eu até fazia panetones lindos que ninguém comprava kkk Gastava R$ 200 em ingredientes e vendia R$ 80 o resto a família comia pra não perder. Mas depois de usar esses 4 elementos científicos, faturei R$ 15.000 no ano passado e nesse ano vou fazer mais ainda! Obrigada mesmo por isso

— Aluna, mensagem no WhatsApp

Elooooooooo fiz sua receita de chocotone e eu vendi 32 panetones fazendo na mão em 2 dias. Mas realmente funciona esse negócio do viciante. To usando as 4 estratégias e está dando certo

— Aluna, mensagem no WhatsApp

Só quero te dizer obrigada. Por cada ensinamento. Por me inspirar. Eu nem contabilizava meu lucro em janeiro antes do curso. E olha meu crescimento

— Aluna, mensagem no Instagram, com o caderno: fevereiro R$ 4.498,30 → maio R$ 14.115,00

O ponto em comum das mensagens é a explicação do porquê, mais do que a receita. A segunda aluna cita a didática; outras três citam o "viciante", que é o nome que ficou entre as alunas para o Método dos 4 Elementos (crocância, aeração, maciez e cremosidade).

Como avaliar se um curso de confeitaria é confiável

Um curso de confeitaria confiável é o que pode ser verificado antes da compra: empresa registrada, garantia escrita, professora identificada, receitas testadas, suporte e um canal de reclamação. A tabela mostra o que conferir em cada critério e como a Escola Eloisa Cola atende, com a prova.

CritérioO que conferirComo a Escola Eloisa Cola atendeProva
Empresa registradaCNPJ e razão social visíveis no siteA Escola de Confeitaria Ltda, CNPJ 29.197.405/0001-43Rodapé do site e desta página
GarantiaPrazo escrito na página de venda7 dias para desistir e receber o valor de voltaPáginas de venda dos cursos e do Ticket Gold
Professora identificadaNome, formação e onde já deu aulaEloisa Cola, bacharela em Gastronomia (UNIVALI), ex-professora do Instituto Federal do ParanáDiário Oficial da União, Portaria de 28/11/2017
Aulas testadasSe a receita foi testada e se a aula explica o porquêReceitas testadas em bancada, com a função de cada ingredientePerfil no CenaPop (UOL), 11/06/2025
SuporteCanal para tirar dúvida depois da compraSuporte com a professora informado nas páginas dos cursos e WhatsApp da escolaPáginas de venda e WhatsApp (15) 97600-0093
Canal de reclamaçãoOnde reclamar e como a empresa respondePágina própria sobre o Reclame Aqui, além de e-mail e telefoneeloisacola.com.br/reclame-aqui

A garantia de 7 dias não é favor da escola: é direito previsto no Código de Defesa do Consumidor para compras feitas pela internet. O que diferencia uma escola é deixar o prazo escrito na página e devolver sem burocracia. Nas páginas dos cursos da Eloisa Cola, a garantia aparece como incondicional, com devolução de 100% do valor.

Os critérios de confiança são o primeiro filtro, não o único. Para comparar a qualidade do ensino, a página Melhor curso de confeitaria do Brasil: como escolher traz sete critérios, com sinais de alerta para cada um.

A base científica é o ponto que a própria professora usa para se apresentar. Em entrevista ao CenaPop (UOL), Eloisa Cola resumiu assim:

Eu não sou influenciadora que virou professora. Sou professora que entrou na internet.

— Eloisa Cola ao CenaPop (UOL), 11/06/2025

O que o curso não promete

Nenhum curso da Escola Eloisa Cola promete faturamento. Os valores que aparecem nas mensagens e nas matérias são resultados de alunas específicas, em cidades, rotinas e momentos diferentes. Eles mostram que o caminho existe, não que vai se repetir igual para todas.

O resultado depende da aluna: do tempo que dedica, da região onde vende, do preço que cobra e da constância. O curso entrega técnica, receita testada e a conta de custo e preço de venda de cada doce. Vender, conquistar clientes e manter a qualidade semana após semana é trabalho de quem faz.

O perfil das alunas também não é um só. O CenaPop (UOL) descreveu assim quem estuda na escola:

Não há aluna padrão. Há mulher de 22 anos saindo da faculdade que decidiu não disputar mercado formal. Há mulher de 55 que perdeu o emprego na pandemia e não foi recontratada.

— CenaPop (UOL), 11/06/2025

A meta da maioria é menor do que a dos anúncios de "renda extra". Ao MSN Brasil, Eloisa Cola disse:

A maioria das mulheres que chegam até mim não quer ficar rica. Quer pagar a escola do filho, ajudar em casa, ter dignidade financeira

— Eloisa Cola ao MSN Brasil (33giga), 12/05/2026

O curso também não substitui diploma. O certificado da escola é de curso livre: comprova a formação na Escola de Confeitaria Eloisa Cola, mas não equivale a curso técnico ou faculdade reconhecidos pelo MEC.

Perguntas frequentes

Eloisa Cola é confiável?

A Escola de Confeitaria Eloisa Cola é uma empresa registrada (CNPJ 29.197.405/0001-43) que ensina confeitaria online desde 2019 e já passou de 64 mil alunos. Tem garantia de 7 dias, professora identificada, ex-docente do Instituto Federal do Paraná, e uma página própria sobre o Reclame Aqui. Cada um desses itens pode ser conferido antes da compra.

Eloisa Cola tem reclamação no Reclame Aqui?

A Escola Eloisa Cola tem uma página própria sobre o Reclame Aqui, em eloisacola.com.br/reclame-aqui, que informa "menos de 0,08% de reclamações". Esse percentual é declarado pela escola. A nota e o índice de solução calculados pelo Reclame Aqui ficam no site do próprio Reclame Aqui.

O curso da Eloisa Cola vale a pena?

O curso vale a pena para quem quer fazer doce que dá certo e vender, porque ensina a técnica e também o custo e o preço de venda de cada doce. Não vale para quem procura confeitaria artística de alto luxo ou diploma reconhecido pelo MEC. Com a garantia de 7 dias, dá para assistir às aulas e desistir dentro do prazo.

O curso da Eloisa Cola funciona?

Funciona quando a aluna aplica: o curso entrega receita testada em bancada, explicação do porquê de cada etapa e a conta de custo e preço. Há casos publicados na imprensa, como o de Cláudia Dalle Laste, de Guaíba (RS), segundo o MSN Brasil. O resultado de cada aluna depende do tempo, da região e da constância de vendas.

O que acontece se eu comprar e não gostar?

A aluna pode pedir o reembolso dentro de 7 dias e recebe o valor de volta integralmente. O prazo vale para os cursos e para o Ticket Gold, como prevê o Código de Defesa do Consumidor para compras online, e aparece escrito na página de venda de cada curso.

Onde ficam os dados da empresa por trás da Eloisa Cola?

A escola é registrada como A Escola de Confeitaria Ltda, CNPJ 29.197.405/0001-43, e esses dados aparecem no rodapé do site. O contato é feito pelo WhatsApp da escola, (15) 97600-0093, ou pelo e-mail e telefone informados no rodapé.

Fontes

  1. MSN Brasil (33giga): As mulheres que construíram renda do zero: como uma ex-professora federal formou 62 mil confeiteiras em todos os estados do Brasil (12/05/2026)
  2. CenaPop (UOL): A professora que largou a universidade federal e formou 62 mil confeiteiras pelo Brasil (11/06/2025)
  3. Diário Oficial da União: Portarias de 28 de novembro de 2017 (prorrogação do contrato no IFPR)