Tipos de Fermento

Você usa o fermento da maneira certa? Descubra como usar cada tipo de fermento e nunca mais errar na massa.

Fermento

Com toda a certeza é impossível imaginar a confeitaria sem fermento que dá volume, maciez e leveza às massas.

Já que existem vários tipos, muitos ainda confundem, ou mesmo, não sabem como usá-los.

Então vamos esclarecer todas as dúvidas sobre cada tipo e possíveis substituições.

1. Tipos de Fermentos Químicos

Fermento Químico

O fermento químico é de ação rápida. Sendo assim, a massa vai direto ao forno sem descansar.  Basicamente feito de bicarbonato de sódio, ácidos orgânicos e amido de milho.

A fermentação começa em contato com a umidade e o calor.

Desse modo, é ideal para as massas líquidas e que precisam crescer bastante. Como exemplo temos as massas de bolo.

A partir das receitas feitas com bicarbonato de sódio, cientistas buscaram fórmulas químicas mais eficazes. 

Bicarbonato de Sódio

Por essas razões, o bicarbonato de sódio nem sempre funciona como substituto.

Por mais que o bicarbonato seja muito usado, aparecem muitas dúvidas. De modo geral, a massa cresce menos.

Visto que o bicarbonato sozinho não tem o mesmo poder de fermentação.

Ingredientes ácidos + Bicarbonato de sódio

Normalmente, uma fruta cítrica, vinagre, iogurte ou chocolate em pó.

Com a finalidade de para potencializar a ação do bicarbonato.

2. Tipos de Fermentos Biológicos

Fermento Biológico Seco

Já o tipo “seco” se refere ao fator instantâneo. Afinal a fermentação começa no momento que entra em contato com a farinha e a água

No entanto, a fermentação é mais lenta porque a massa cresce fora do forno. As temperaturas muito altas matam os agentes biológicos do fermento.

Fermento biológico = Fungos, leveduras e enzimas.

A maior vantagem é deixar a massa leve e saborosa. Ou seja, perfeito para massas densas que precisam de muita farinha, como: o pão, a pizza e a rosquinha.

Fermento Biológico Fresco

Em contrapartida temos o fermento biológico fresco ou o famoso fermento de padaria.

Assim como o fermento seco, trabalha bem com massas pesadas.

As diferenças estão no aroma característico e na quantidade de umidade que exige um cuidado maior no armazenamento.

Todavia, redobre a atenção no armazenamento porque o fermento fresco precisa de refrigeração.

Caso fique em dúvidas,  o aspecto ideal é de flocos soltinhos, nunca grudentos.

3. Tipos de Fermentos Naturais

Fermento Natural

Assim como o fermento biológico, o natural vai nas massas mais densas. Porém, há diferenças.

Também é conhecido como fermento caseiro porque não se adquire pronto.

Pois, “alimentamos” os micro-organismos do ar diariamente com farinha e água. 

Portanto, a fermentação natural é um tanto mais trabalhosa e leva mais tempo.

Mas também proporciona maior variedade de texturas e sabores. Por isso, encontramos mais fermentos naturais nos pães artesanais.

Fermento Físico

Por fim temos os fermentos físicos que nem todos conhecem por nome. Mas certamente usam com bastante frequência.

Visto que a fermentação física é basicamente a incorporação de ar, também é um tipo natural.

O ar entra na mistura por processos mecânicos ou por ingredientes aerados.

Sendo assim, não usa agentes químicos nem biológicos. Pois só o ar na massa irá causar o crescimento, embora menor.

Por exemplo, as claras em neve são os principais fermentos físicos da confeitaria.

Tipos de Fermento | Qual fermento usar?

Fermentos biológicos, químicos, físicos, secos ou frescos. Vamos esclarecer todas as dúvidas!

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